ora brando e só
o brando é o alter ego de Leandro Brandão Marques, que carinhosa e afetivamente dá nome ao estúdio de design independente do mesmo, que atua como freelancer desde 2017 
a priori a ênfase era em ilustração, mas com o passar do tempo o amor por identidade, naming, branding e redação vieram junto, fora algumas outras paixões
senti a necessidade de mudar de cara, de fazer jus aos feitos e fatos, ao nome e aceitar essas facetas, ora brandas, ora nem tantas, mas nunca poucas
esse é o estúdio de um homem só, ao seu dispor
metamorfose ambulante 
resumindo a ópera, queria com esse projeto uma identidade híbrida
partindo dessa premissa tanto no logotipo quanto no símbolo buscou-se algo versátil, expressivo, que passeasse entre as multifacetas das personalidades, bagagens e experiências que tive - e tenho - como designer, como ilustrador e como artista
a ideia era mesclar as possibilidades, de algo manuscrito simples a algo totalmente refinado digitalmente, com um ar entre o clássico e o moderno, entre o underground e o chick
as assinaturas alternativas vêm pra completar a diversidade e dar coro a um dos trabalhos mais explorados nos projetos, vestindo o meu amor pelas letras através da caligrafia, do lettering e da tipografia
símbolo e tagline: viva a ideia, ipsis litteris
o símbolo assim como a tagline vêm pra ser uma síntese do brando: uma possibilidade a ser explorada, uma ideia a ser tirada da caixa, trazer pro mundo um pensamento
seja abstrato, surrealista, simples, complexo, claro ou profuso, mas sempre - e sempre - possível
grafia da imagem
a iconografia veio pra complementar toda a linguagem visual e servir como elemento de suporte da identidade em geral, explorando cada vertente do que me apetece nos mais variados - e ousaria dizer até mesmo inusitados - contextos
cores
durante um bom tempo me vi como um individuo monocromático, praticamente avesso as cores e cego pela hipnose do preto e branco, ou melhor dizendo, tons de cinza
mas com o tempo me vi admirando a dualidade da cor e da ausência dos tons
nesse projeto resolvi explorar e me desafiar, até, reavendo-me de tons pastéis que remetessem a uma linguagem retrô, clássica, mas ainda assim contemporânea, moderna

espia também

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